
Porque é que uns falham onde outros vencem?
«Alunos, na sala de aula, sentados à secretária a ler!» tem sido uma imagem "cartaz publicitário" da escolarização, especialmente nos últimos 50 anos. Esta representação não está errada... mas está claramente incompleta na maneira como a mente dos nossos jovens funciona.
A forma como a aprendizagem é promovida pode fazer a diferença.
Criar estilos de ensino (exercícios/atividades) que incentivem a modalidade de aprendizagem experimental/cinestésica - isto irá apoiar a bioquímica natural dos rapazes, ajudando-os a permanecerem focados e participativos.
As ferramentas espaciais-visuais (figuras/gráficos) são boas ajudas às necessidades neurológicas dos rapazes na obtenção de alfabetização.
Promover atividades e exercícios com aplicabilidade direta para a sua vida (resolução de problemas, projetos, debates...).
Formar grupos homogéneos quanto ao género em projetos escolares, poderá ser benéfico:
- as raparigas tendem a verbalizar durante o processo de resolução de problemas por meio de cooperação e aprendizagem interativa;
- os rapazes são motivados por uma tarefa neurológica e aprendem através da brincadeira, que pode incluir uma camaradagem de vínculos masculinos.